Direito Previdenciário — Curitiba/PR

Advogado de Pensão por Morte do INSS em Curitiba

Orientação para cônjuges, companheiros, filhos e demais dependentes no pedido de pensão por morte ao INSS, na prova da união estável e na revisão de benefícios negados ou concedidos com valor ou duração errados.

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Análise da pensão por morte

Conte quem faleceu, qual era o vínculo com você e se o pedido já foi feito ao INSS.

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Como podemos ajudar
Pensão por Morte

O que conferimos no pedido de pensão

A pensão depende de três pontos: a qualidade de segurado de quem faleceu, a condição de dependente de quem pede e os documentos que provam essa relação.

01

Pedido inicial ao INSS

Organização dos documentos do falecido e do dependente e protocolo do requerimento dentro do prazo que garante o pagamento desde o óbito.

02

União estável e dependência

Reunião de provas materiais da convivência ou da dependência econômica, que costumam ser o principal motivo de indeferimento.

03

Pensão negada ou com erro

Recurso administrativo ou ação judicial quando o INSS nega o benefício, fixa duração menor que a devida ou calcula o valor de forma incorreta.

Como analisamos

O direito começa pela situação de quem faleceu

Antes de olhar o dependente, é preciso confirmar que o falecido mantinha a qualidade de segurado na data do óbito, ou que já tinha direito a se aposentar. Em seguida vêm a prova do vínculo, o tempo de união e as contribuições, que definem por quanto tempo a pensão será paga ao cônjuge ou companheiro.

  • ✓

    Qualidade de segurado do falecido

    Contribuições recentes, período de graça, benefício que recebia ou direito adquirido à aposentadoria.

  • ✓

    Condição de dependente

    Cônjuge, companheiro, filhos menores de 21 anos ou inválidos e, na falta deles, pais ou irmãos que dependiam do segurado.

  • ✓

    Prova da união estável

    Documentos dos 24 meses anteriores ao óbito, como endereço comum, conta conjunta, plano de saúde ou declarações.

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    Duração e valor

    Tempo de união, número de contribuições e idade do dependente, além das regras de cálculo da EC 103/2019.

Quem cuida do seu caso
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Flávia Bueno Chagas
OAB/PR 123.809

Atua em Direito Previdenciário, Cível, do Consumidor e de Família

Responsável: Flávia Bueno Chagas — OAB/PR 123.809
Última atualização: outubro de 2026.

Teve o pedido negado?

Envie a carta de indeferimento e os documentos que já tem para uma análise inicial.

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Como funciona

Do primeiro contato ao benefício

O trabalho segue uma ordem simples, com acompanhamento direto pela advogada responsável.

Começar a análise
  • Conversa inicial

    Entendemos quem faleceu, quem são os dependentes e em que fase está o pedido.

  • Levantamento de documentos

    CNIS do falecido, certidões e provas da união ou da dependência econômica.

  • Pedido ou recurso

    Requerimento ao INSS, recurso administrativo ou ação no Juizado Especial Federal, conforme o caso.

  • Acompanhamento

    Exigências, perícias e prazos acompanhados até a decisão final.

Situações comuns

Quando a pensão costuma travar

01

União estável sem papel

O casal vivia junto, mas não tinha contrato nem declaração formal, e o INSS pede provas materiais.

02

Falecido sem contribuições recentes

Pode haver período de graça, atividade sem registro ou direito adquirido à aposentadoria a demonstrar.

03

Pensão por apenas 4 meses

Concedida pelo prazo mínimo por falta de comprovação de 2 anos de união ou de 18 contribuições.

O INSS negou ou limitou a pensão por morte?

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Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre pensão por morte

Respostas gerais. A análise do caso concreto depende dos documentos.

Falar com um advogado
Quem tem direito à pensão por morte?
−
Os dependentes do segurado: cônjuge ou companheiro, filhos menores de 21 anos ou inválidos ou com deficiência e, se não houver esses, os pais e, depois, os irmãos nas mesmas condições dos filhos. Pais e irmãos precisam comprovar dependência econômica.
Existe prazo para pedir a pensão?
+
Para receber desde a data do óbito, o pedido deve ser feito em até 90 dias do falecimento; para filhos menores de 16 anos, o prazo é de 180 dias. Depois disso, o benefício é pago a partir da data do requerimento.
Como provar a união estável?
+
O INSS exige início de prova material produzido em até 24 meses antes do óbito, como comprovantes de mesmo endereço, conta conjunta, dependência em plano de saúde ou declaração de imposto de renda. Testemunhas complementam, mas sozinhas costumam não bastar.
A pensão do cônjuge ou companheiro é vitalícia?
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Depende. Se o falecido tinha menos de 18 contribuições ou a união durava menos de 2 anos, a pensão dura 4 meses. Cumpridos esses requisitos, a duração varia conforme a idade do dependente na data do óbito, e se torna vitalícia a partir de 45 anos.
Qual é o valor da pensão por morte?
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Desde a EC 103/2019, a pensão corresponde a uma cota familiar de 50% da aposentadoria que o segurado recebia ou teria direito, mais 10% por dependente, até o limite de 100%. Há regras específicas para dependente inválido ou com deficiência.
Posso receber pensão e aposentadoria juntas?
+
Em regra, sim, mas desde a reforma de 2019 o benefício de menor valor sofre redução por faixas. A análise mostra qual combinação é mais vantajosa.
O falecido estava sem contribuir. Ainda há direito?
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Pode haver. A qualidade de segurado se mantém por um período de graça após a última contribuição, que varia conforme o caso, e também se ele já tinha cumprido os requisitos para se aposentar.
O que fazer se o INSS negar a pensão?
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É possível apresentar recurso administrativo ou propor ação no Juizado Especial Federal. O mais importante é entender o motivo do indeferimento e completar a prova que faltou.